Tanabi participará da Semana Estadual de Prevenção da Leishmaniose Visceral

 

Tanabi, através da sua Secretaria Municipal de Saúde e da Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN) do município, estará participando da Semana Estadual de Prevenção da Leishmaniose Visceral. O objetivo desta campanha no Estado é promover intervenções e ações de prevenção da doença para a população dos municípios.

No próximo sábado, dia 18, Saúde e SUCEN estarão realizando uma passeata educativa. O evento que acontecerá ás 08h30 da manhã terá a saída do ESF Milton Martins Perches e percorrerá a Rua Coronel Militão, centro da cidade. A intenção do evento, segundo os organizadores, é conscientizar a população sobre as necessidades de prevenção para a doença.

 

Sobre a Leishmaniose Visceral

A Leishmaniose Visceral é uma doença ocasionada pelos parasitas unicelulares do gênero Leishmania, que acomete os órgãos internos. O parasita migra aos órgãos viscerais como fígado, baço e medula óssea. A doença pode afetar também o cão.

A Leishmaniose Visceral é transmitida ao homem através da picada do inseto Leishmania Chagasi (popularmente chamado de mosquito palha ou birigui) e ataca principalmente no inicio da noite e ao amanhecer.

Os sintomas da doença no ser humano são: febre, perda de peso, anemia, inchaço do fígado e baço, desanimo, prostração, palidez perda de apetite, comprometimento da medula óssea, problemas respiratórios, diarreias, sangramento na boca e no intestino (hemorragias). Os sintomas da leishmaniose são fáceis de ser confundida com os da malária, esquistossomose, doença de chagas, etc. Na maioria dos casos, o período de incubação é de 2 a 4 meses, mas pode variar de 10 dias a 24 meses.

Alguns canídeos (raposas, cães), roedores, podem ser reservatório do protozoário e fonte de infecção para os vetores. Nos centros urbanos a transmissão se torna perigosa por causa do grande número de cachorros, que adquirem a infecção e desenvolvem um quadro clínico semelhante ao homem. O cão é o principal reservatório da doença.

Os principais sintomas no animal são a perda de apetite, feridas no corpo, secreção nos olhos, crescimento das unhas, perda de peso, queda de pelos e fica apático, perde os movimentos das patas traseiras.

 

Recomendações:

– Mantenha a casa limpa e o quintal livre dos criadores dos insetos. O mosquito-palha vive nas proximidades das residências, preferencialmente em lugares úmidos, mais escuros e com acumulo de material orgânico;

– Varra diariamente seu quintal retirando folhas, folhagens, frutos apodrecidos e fezes de animais. Recolher, ensacar e colocar na coleta de lixo;

– Coloque telas nas janelas e embale sempre o lixo;

– Cuide bem da saúde do seu cão. Ele pode se transformar num reservatório doméstico do parasita, que será transmitido para as pessoas próximas e outros animais.

 

Comunicação - Secretaria Municipal de Saúde

 

 

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